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Hitler - Retrato de uma Tirania - Fernando Jorge

Hitler - Retrato de uma Tirania - Fernando Jorge

Resumo

Nesta biografia equilibrada e imparcial de Adolf Hitler, Fernando Jorge, consagrado biógrafo de Aleijadinho, Santos Dumont e Paulo Setúbal, reconstitui a trajetória do Führer em toda a sua dimensão monstruosa e também humana, desde a pobreza na sua Áustria natal, a tentativa frustrada de se tornar pintor, seu encantamento com o pangermanismo e o antissemitismo da época, até sua ascensão ao poder supremo na Alemanha, causando a Segunda Guerra Mundial, cujo saldo foi de milhões de mortos e uma destruição sem precedentes, que só teve fim com o suicídio dele numa casamata sob as ruínas de Berlim. Buscando nas deformidades do caráter do ditador a verdadeira origem da selvageria nazista, o autor nos deleita com a beleza de sua prosa e com a abrangência de sua erudição, tintas multicoloridas com que pintou este retrato fidedigno e irretocável da pior tirania da História.

Ficha Técnica do Livro

Editora: Geração Editorial
Assunto: História Geral
Altura: 23,3cm
Largura: 15,6cm
Ano de Lançamento: 2012
Número de páginas: 328

Sobre o Autor

Fluminense, filho de Salomão Jorge e Albertina Alves Jorge é escritor, historiador, biógrafo, crítico literário, dicionarista, enciclopedista e jornalista. Estudou Direito na Universidade de São Paulo, é diplomado em Biblioteconomia (foi diretor da Divisão Técnica de Biblioteca da Assembléia Legislativa de S.Paulo), e jornalista com a carteira 088 da Associação Brasileira de Imprensa - SP.

Fernando Jorge é figura que provoca polêmica e admiração. Seus premiados livros causam discussões e incitam a crítica e o público a importantes reflexões. Elogiado por seus livros extremamente pesquisados e rigorosamente documentados, Fernando Jorge obteve um de seus ápices em 1987 quando lançou “Cale a Boca, jornalista!”, contundente e minucioso relato sobre as torturas sofridas por jornalistas brasileiros durante o período militar pós-1964. 

O autor, agraciado com o Prêmio Jabuti, concedido pela Câmara Brasileira do Livro, também já ganhou o Prêmio Clio, da Academia Paulistana de História, pela obra “Getúlio Vargas e o seu Tempo”. Ele recebeu a medalha de Koeler, em 1957, pelos grandes serviços prestados à cultura brasileira. Apaixonado por ela, também escreveu “Vida e Poesia de Olavo Bilac” e “O Aleijadinho”, entre muitos outros títulos.

Minha Opinião

Livro com boas ilustrações, mas com uma narrativa dos fatos históricos bem superficial. Nota: 4,7

Frases

"Conhecer a história de Hitler e do nazismo nos dota de um termômetro para auferir a temperatura antidemocrática dos nossos próprios governos." - Prefácio, p. 18

Entrevista

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Série Guia Politicamente Incorreto - Leandro Narloch, Duda Teixeira, Leonardo Mendes Júnior, Jones Rossi, Luiz Felipe Pondé, Paulo Schmidt e Rodrigo da Silva

Série Guia Politicamente Incorreto - Leandro Narloch, Duda Teixeira, Leonardo Mendes Júnior, Jones Rossi, Luiz Felipe Pondé, Paulo Schmidt e Rodrigo da Silva

Resumo

Criando debates e “atirando tomates” em tudo aquilo que aprendemos sobre história e filosofia, os autores, se aliando a comprovações empíricas, desmitificam ideias clássicas. Falando sobre Santos Dumont, Zumbi dos Palmares, Che Guevara e Evita Perón, ou retratando temas como capitalismo, religião e preconceito, os autores desconstroem velhos discursos que marcam a sociedade. A Série vai mudar ainda mais tudo aquilo que você acreditou ser correto de verdade, ou nem tanto assim.

Ficha Técnica do Livro

Editora: Leya Brasil
Assunto: História Geral
Altura: 22 cm
Largura: 16 cm 

Sobre o Autor

O jornalista Leandro Narloch nasceu em Curitiba. Paraná. Foi repórter da revista Veja e editor das revistas Aventuras na História e Superinteressante. Tem 32 anos e vive em São Paulo com a mulher e filho.

Duda Teixeira é jornalista e editor-assistente da editoria de Internacional da revista Veja. Onde trabalha a cinco anos. Já entrevistou cinco presidentes da América Latina, vítimas do narcotráfico no México, índios perseguidos na Bolívia, dissidentes em Cuba, deputados chavistas na Venezuela e sindicalistas peronistas na Argentina. É autor do livro O Calcanhar do Aquiles, sobre a Grécia Antiga.

Leonardo Mendes Júnior é um jornalista curitibano. Repórter e colunista do jornal Gazeta do Povo, já trabalhou nas rádios LBV, Clube, CBN e 98 e na extinta Revista ESPN.

Jones Rossi é um jornalista curitibano. Foi editor de ciência e saúde do site da revista Veja, editor da revista Galileu e repórter do G1.com e do extinto Jornal da Tarde. 

Luiz Felipe Cerqueira e Silva Pondé (1959) nasceu na cidade do Recife, Pernambuco, no ano de 1959. Estudou medicina graduando-se na UFBA-Universidade Federal da Bahia. Depois cursou filosofia na USP- Universidade de São Paulo e fez doutorado pela mesma instituição em parceria com a Universidade de Paris-VIII. Recebeu título de Pós-doutor da Universidade de Tel Aviv. Luiz Felipe Pondé é autor de uma coluna da Folha de São Paulo, onde ele aborda temas como comportamento, religião, ciências, entre outros.

Paulo Schmidt nasceu em São Paulo e estudou Art & Design em Nova York. É escritor, tradutor e ilustrador. Como editor, publicou livros de Victor Hugo, Alexandre Dumas e H. P. Lovecraft. Entre suas obras destaca-se o primeiro estudo em língua portuguesa sobre o famigerado assassino Jack, o Estripador. 

Rodrigo da Silva é jornalista e já publicou artigos de opinião em veículos como Veja, Estadão, Folha de S.Paulo e Gazeta do Povo. Desde 2014, dirige uma publicação on-line com uma audiência superior a sete milhões de pessoas por mês: o Spotniks.

Opiniões

Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo
"O texto de Narloch não é apenas divertido; é uma defesa vigorosa desse monstro que, na falta de melhor expressão, podemos designar simplesmente por civilização ocidental" - João Pereira Coutinho, cientista político.
Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil 
"Um ótimo livro e fácil de ler. Uma singular heresia perdida em meio ao mar de unanimidades" - Luiz Felipe Pondé, Folha de São Paulo.

"Contrapõe sólida bibliografia e farta documentação a algumas das maiores falcatruas que estão se perpetuando na nossa história oficial, pela ação do politicamente correto e da militância ideológica." - Nelson Motta, O Globo

"É um livro divertido de ler. Mas é também um livro que presta um grande serviço ao pensamento crítico. É politicamente sincero e politicamente rigoroso." - Bráulio Mantovani, roteirista.

"Não faz revisionismo, mas basicamente conta a história do Brasil de maneira simples e coerente. Algumas constatações, de tão óbvias, deixam claro o seguinte: a história oficial é a revisão. Excelente." - Blog Gravataí Merengue.

"A popularidade que o livro alcançou rapidamente mostra que muita gente estava esperando para ouvir uma versão menos polida da história do país." - Rogério Galindo, Gazeta do Povo.

"É uma espécie de Freakonomics da história do Brasil, ou seja, derruba mitos populares sobre heróis e episódios marcantes do país, sem rodeios, contrariando opiniões que, ao longo do tempo, cristalizaram-se como verdades inquestionáveis." - Livraria da Folha

Minha Opinião

Guia Politicamente Incorreto da América Latina - Creio que poderia acrescentar mais algumas personalidades, mas, no todo, gostei. Histórias interessantes e bem escritas.

Guia Politicamente Incorreto da Filosofia - Eu não sei, mas imagino que o autor seja deprimido, melancólico e que só sabe reclamar da vida. Você que ainda não leu o livro, acredite em mim, você não perdeu nada. São mais de 200 páginas de pura baboseira. Não recomendo. Foi o pior livro da Série.

Guia Politicamente Incorreto do Futebol - Só não concordei com o capitulo em que se afirma que o Futebol não é um bom negócio (p.275), fora isso, um ótimo livro.

Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo - Esperava muito mais do livro. Dos 14 temas abordados, apenas metade despertou o meu interesse.

Guia Politicamente Incorreto do Brasil - Um resumo muito interessante da história do Brasil. Gostei!

Guia Politicamente Incorreto da Economia Brasileira - Com algumas informações interessantes, que cabem reflexão, mas outras achei a explicação um tanto quanto forçadas para defender um lado político.

Guia Politicamente Incorreto do Sexo - Em Breve...

Guia Politicamente Incorreto dos Presidentes da República - Esperava mais... sem grandes informações envolventes e que instigam a nossa curiosidade.

Guia Politicamente Incorreto dos Anos 80 pelo Rock - Em Breve...

Guia Politicamente Incorreto da Politica Brasileira - Em Breve...

Em relação a capa e contracapa dos livros, só tenho a parabenizar, achei bem chamativas e criativas... Nota Geral da Série: 6,5

Frases

"... em qualquer governo comunista do século 20, o passado foi uma mercadoria política a ser alterada sem hesitação." - Guia Politicamente Incorreto da América Latina p. 94

"Alterar a própria história para fazer-se de coitado é uma obsessão entre muitos heróis da América Latina." - Guia Politicamente Incorreto da América Latina p. 240

"Lembraria a leitora que não adianta ficar nervosa porque os homens não erotizam a inteligência das mulheres, enquanto as mulheres erotizam a inteligência dos homens. Fácil de entender: inteligência do homem é como dinheiro, uma forma de potência. O homem apenas precisa da beleza da mulher e, se a amar, da sua fidelidade. Isso não precisa ser motivo de briga." - Guia Politicamente Incorreto da Filosofia p. 87

"O maior inimigo de Deus são seus crentes fervorosos." - Guia Politicamente Incorreto da Filosofia p. 122

"Nada mais chato do que o medo de não agradar. Não querer agradar é uma das maiores formas de liberação num mundo em que somos obrigados a amar tudo a nossa volta." - Guia Politicamente Incorreto da Filosofia p. 195

"... ao encher as pessoas com direitos a (quase) tudo, cria uma situação peculiar, que é fazer com que os cidadãos sejam, ao mesmo tempo, ingratos com o que recebem (já que tudo o que recebem é direito "inalienável") e ressentidos quando não recebem seus "direitos". Não há saída para essa equação de geração de preguiça e mau caráter. E esses "direitos" custam caro. Quem paga a conta? Quem trabalha, é claro. A minoria sempre carregou o mundo nas costas." - Guia Politicamente Incorreto da Filosofia p. 208

"... foram a ambição e a vontade de ganhar dinheiro, e não lutas benevolentes contra a discriminação, que incluíram os negros no futebol brasileiro." - Guia Politicamente Incorreto do Futebol p. 46

"Há um único momento no futebol em que duas torcidas puxam exatamente o mesmo grito no estádio é na hora em que o homem vestido de preto - ou amarelo, azul, branco e até rosa, nessa modernidade multicolorida do jogo - sobe o ultimo degrau da escadaria de concreto e pisa no gramado. O coro você sabe exatamente qual é, mesmo que não conheça nem a cor dos olhos da mãe do juiz. A única certeza é que em algum momento ele comprovará a teoria cometendo um erro absurdo contra o seu time. O erro redentor, que decidirá o jogo e servirá para justificar a derrota, não importando o frango do goleiro ou quantos gols feitos o artilheiro do time perdeu. Ou o erro que dará contorno épico à vitória. " Contra tudo e contra todos" é a frase que todo torcedor quer dizer para os amigos no bar. Jornalistas vibram intimamente com os erros de arbitragem. é o que vai salvar as mesas-redondas e os debates de rádio do marasmo eterno. Tudo isso graças a uma peça fundamental do futebol: o juiz ladrão." - Guia Politicamente Incorreto do Futebol p. 229 e 230

"Mas, como o brasileiro não gosta de futebol, e sim do seu time, o que realmente torna os torcedores apaixonados pelo esporte é o aspecto dramático: a virada aos 45 minutos do segundo tempo, os 3 a 2 cheio de surpresas, a derrota dolorosa, o gol anulado injustamente, a disputa da final nos pênaltis, a vitória longamente esperada." - Guia Politicamente Incorreto do Futebol p. 285 

"... uma boa forma de ganhar dinheiro é produzindo algo de que as pessoas precisam, mas não sabem que precisam." - Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo p.124

"É preciso ter cuidado ao chamar as pessoas de fascistas. Enquadrar o adversário numa categoria abjeta é uma tática rasteira para se ganhar uma discussão." - Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo p.160

"...ver o Dalai Lama falando de igualdade e generosidade em palestras sustentáveis deveria soar tão estranho quanto um senhor de escravos brasileiro alcançar fama mundial pela luta contra a escravidão." - Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo p.213

"No processo de fabricação de um espírito nacional, é normal que se inventem tradições, heróis, mitos fundadores e histórias de chorar, que se jogue um brilho a mais em episódios que criam um passado em comum para todos os habitantes e provocam uma sensação de pertencimento. Se este país quer deixar de ser café com leite, um bom jeito de amadurecer é admitir que alguns dos heróis da nação eram picaretas ou pelo menos pessoas do seu tempo. E que a história nem sempre é uma fábula: não tem uma moral edificante no final nem causas, consequências, vilões e vítimas facilmente reconhecíveis." - Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil p. 27

"Se pudéssemos fazer uma terapia de grupo entre países, surgiriam comportamentos reveladores durante sessões. Haveria aquele país que mal notaria a existência dos outros, como a França, talvez os Estados Unidos. A Alemanha se seguraria calada, sofrendo de culpa, desconfortável consigo e com os colegas ao redor. Uma quarentona insone, em crise por não ser tão rica e atraente quanto no passado, representaria muito bem a Argentina. Claro que haveria também países menos problemáticos, como o Chile ou a Suíça, contentes com a sua pouca relevância. Não seria o caso do Brasil, paciente que sofreria de diversos males psicológicos. Bipolar, oscilaria entre considerações muito negativas e muito positivas entre si próprio. Obcecado com a sua identidade, em todas as sessões aborreceria os colegas perguntando "Quem sou eu?", "Que imagem eu devo passar?", "O que me diferencia de vocês?"... a identidade nacional foi sempre um problema psicanalítico no Brasil. Construída sob traumas, a imagem que os brasileiros tem de si próprios oscilou entre extremos." - Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil p. 150 e 151

"Os livros didáticos de história costumam fatiar o passado em governos, revoluções e regimes políticos. Pouco falam dos grandes negócios e das inovações motivadas pelo lucro que, para o bem e para o mal, mudaram o Brasil muito mais que um bocado de presidentes." - Guia Politicamente Incorreto da Economia Brasileira p.28

"Uma simples palavra, um pequeno amontoado de letras pode transformar uma transgressão em um ato de bondade, absolver um acusado ou causar repulsa imediata." - Guia Politicamente Incorreto da Economia Brasileira p. 35

"Uma coisa que os políticos fazem muito bem é culpar os outros por problemas que eles próprios criaram." Guia Politicamente Incorreto da Economia Brasileira p. 109

Entrevista

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Salamina - Javier Negrete

Salamina - Javier Negrete

Resumo

Século V A.C. - A jovem democracia ateniense enfrenta um terrível desafio. O gigantesco império persa pretende destruir Atenas e conquistar a Grécia. Nesse momento decisivo aparecerá um homem, um gênio, um visionário - Temístocles. Ele será o fio condutor deste deslumbrante romance que, alicerçado na história, tem o alento da tragédia e a força da épica. Do ataque suicida dos atenienses em Maratona à batalha das Termópilas, passando pela fabulosa cidade de Babilônia, todos os fios da trama desembocam na jogada de mestre de Temístocles - Salamina, a maior batalha naval da Antiguidade e o lugar onde se decidiu o futuro da civilização.

Ficha Técnica do Livro

Editora: Planeta
Assunto: Ficção Histórica
Altura: 22,6 cm
Largura: 15,7 cm
Ano de Lançamento: 2013
Número de páginas: 624

Sobre o Autor

Javier Negrete é autor de La espada de fuego e El espíritu del mago, romances épicos de ficção. Grande conhecedor do mundo clássico e tradutor de Plutarco, ambientou vários dos seus romances na Grécia, como Señores del Olimpo (Prêmio Minotauro 2006) e Alejandro Magno y las águilas de Roma. Reside em Plasencia, Espanha, onde trabalha como professor de grego no IES Gabriel y Galán, e tem uma filha chamada Lydia.

Minha Opinião

Livro com uma combinação primorosa entre personagens fortes e reais, ambientes que aguçam nossa curiosidade e uma narrativa muito bem construída, com uma base bibliográfica invejável. Um ponto contra é que o livro vai "perdendo força" ao longo das páginas, com momentos de ação não tão memoráveis quanto o esperado. Nota: 7,8

Frases

"A ignorância governa o mundo" - p. 105

"[...] o poder não se alardeia; o poder se exerce, e, se possível, em silêncio." - p. 143

"Quando se está em inferioridade de número e de forças, só a inteligência pode ganhar uma guerra." - p. 460

"O suborno não corrompe só a quem o recebe, mas também a quem o dá." - p. 510

"Quando se quer enganar uma pessoa, é preciso também enganar todas que a cercam." - p. 541
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Expulsando os Nazistas - Martin King

Expulsando os Nazistas - Martin King

Resumo

Expulsando os Nazistas explora o processo de libertação, desde a chegada das forças Aliadas a Paris, passando pela emancipação da Bélgica, até o fechamento dos campos de prisioneiros nazistas. Mas, também havia um lado mais sombrio da libertação, os colaboradores eram duramente punidos e os exércitos que chegavam traziam novos problemas com eles. Conheça melhor o processo dessa história.

Ficha Técnica do Livro

Editora: Pé da Letra
Assunto: História Geral
Altura: 23 cm
Largura: 16 cm
Ano de Lançamento: 2021
Número de páginas: 256

Minha Opinião

Livro com uma narrativa desinteressante... sem fatos que estimulem a nossa curiosidade. Nota: 4,4

Frases

"A Segunda Guerra Mundial provou que ninguém é imune às tentações desenfreadas da desumanidade." - Cap. 15. p. 242
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Mistérios Sombrios do Vaticano - H. Paul Jeffers

 Mistérios Sombrios do Vaticano - H. Paul Jeffers

Resumo

Por trás das muralhas do lugar mais sagrado do mundo existe uma complexa rede de intrigas, corrupção e conspirações. Este livro é uma fascinante compilação de alguns dos segredos mais bem guardados do Vaticano. Na introdução, vemos como esses segredos tiveram início na fundação do cristianismo, quando são Pedro recebeu as Chaves do Reino do Próprio Cristo, e de que forma os primeiros cristãos, vítimas de perseguição, precisaram recorrer a senhas e simbolismos secretos para eludir as autoridades.

Ficha Técnica do Livro

Editora: Jardim dos Livros
Assunto: História Geral
Altura: 23 cm
Largura: 15,6 cm
Ano de Lançamento: 2013
Número de páginas: 280

Sobre o Autor

H. Paul Jeffers é jornalista investigativo norte-americano e autor de mais de cinquenta livros. Sociedades secretas e história militar estão entre os temas principais de sua obra, que inclui também romances policiais. Trabalhou como editor e produtor nas emissoras norte-americanas ABC, CBS e NBC, e é convidado frequente na C -SPAN, Fox News e The History Channel. Lecionou jornalismo na Universidade de Nova York, na Universidade de Syracuse e na Universidade de Boston. Ele mora em Nova York, NY.

Minha Opinião

Um livro que vai se tornando cansativo a medida que avançamos em sua leitura. Um ponto que chamou minha atenção foi sua falta de referências bibliográficas... me pareceu mais um punhado de teorias conspiratórias do que algo fidedigno. Faltou credibilidade a obra! Nota: 4,5

Frases

"Desde sua criação, o cristianismo foi uma religião de segredos." - Introdução, p. 11
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Quero matar Hitler - Roger Moorhouse

Quero matar Hitler - Roger Moorhouse

Resumo

Poucos líderes foram alvo de tantas tentativas de assassinato como Adolf Hitler. Neste livro, pela primeira vez em um único volume, são relatadas as dramáticas histórias dos homens que estiveram a um passo de matar Hitler e mudar radicalmente o curso da história. Quero Matar Hitler apresenta uma investigação fascinante sobre os inúmeros casos relatados, extraídos de memórias e arquivos originais de pesquisas da Polônia, Alemanha, Rússia e Inglaterra, e oferece uma perspectiva única sobre a história do Terceiro Império e a sobrevivência de um cruel ditador cujas repetidas escapadas da morte o convenceram de que ele era literalmente invencível – uma convicção que teve pavorosas consequências para milhões.

Ficha Técnica do Livro

Editora: Ediouro
Assunto: História Geral
Altura: 23 cm
Largura: 15,5 cm
Ano de Lançamento: 2009
Número de páginas: 400

Sobre o Autor

Roger Moorhouse estudou história na Universidade de Londres e é professor visitante no Colégio da Europa em Varsóvia. É historiador e autor especialista em Alemanha moderna e Europa Central, com particular interesse pela Alemanha nazista, pelo Holocausto e pela Segunda Guerra Mundial na Europa. Mora em Hertfordshire, na Inglaterra.

Opiniões

"Uma história fascinante e muito bem pesquisada, mas leve o suficiente para ser lida  como um bom thriller policial." -  Times Journal  Literary Supplement

"Este livro mostra quão sanguinário era o império de Hitler e quanto o Fuhrer tinha consigo  a própria sorte do demônio." -  M.R.D. Foot,  historiador britânico

"Altamente recomendável" - Sunday  Telegraph

Minha Opinião

Livro com uma ótima narrativa, pena que focou mais no ambiente dos acontecimentos do que nas conspirações em si. Mas aí está um livro que vale sua leitura. Nota: 7,8

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Blackwater - Jeremy Scahill

Blackwater - Jeremy Scahill

Resumo

O uso de mercenários em conflitos bélicos não é novidade. Diferente no cenário da guerra no Iraque é a meteórica ascensão de uma companhia que, sob o comando de um radical cristão de extrema-direita, transformou-se de mero campo privado de treinamento militar em um colosso com 600 milhões de dólares somente em contratos oficiais com o governo dos Estados Unidos. A Blackwater USA assumiu essa privilegiada posição em menos de uma década.

Seu formidável crescimento coincidiu com a chegada ao poder da direita cristã, e seus negócios ganharam considerável impulso com os atentados de 11 de setembro de 2001 e com a chamada "guerra ao terror". Mas a Blackwater não atua apenas em território iraquiano, hoje ela opera em nove países. Seus agentes não são civis nem militares. Nessa espécie de limbo legal, a empresa não pode ser processada por eventuais crimes, seja pela justiça comum ou pela militar: está acima da lei. Com recursos e equipamentos suficientes para derrubar governos, companhias como a Blackwater representam uma ameaça real à democracia norte-americana e mundial. Essa é a principal advertência contida na extensa e rigorosa investigação jornalística levada a cabo por Jeremy Scahill, cujo livro esteve entre os títulos mais vendidos do ano de 2007, segundo o New York Times.

Ficha Técnica do Livro

Editora: Companhia das Letras
Assunto: História Geral
Altura: 23 cm
Largura: 16 cm
Ano de Lançamento: 2008
Número de páginas: 552

Sobre o Autor

Jeremy Sacahill é jornalista de rádio e televisão e documentarista, é colaborador regular para a revista The Nation e já atuou em coberturas internacionais no Iraque, nos Bálcãs e na Nigéria. Blackwater (2008), publicado pela Companhia das Letras, foi ganhador do renomado prêmio jornalístico George Polk de 2007. Scahill vive em Nova York.

Opiniões

"O livro mais importante e assustador sobre a agonia da democracia americana [...], e um triunfo do jornalismo investigativo." - Naomi Klein, autora de No logo.

"De todos os esforços insanos de privatização perpetrados pelo governo Bush, nenhum é mais assustador do que a terceirização das forças de combate. Jeremy Scahill expõe de forma admirável um exemplo chocante desse plano sinistro." - Michael Moore, diretor de Tiros em Columbine e Farenheit - 11 de Setembro.

Minha Opinião

Apesar do tema instigante abordado, o autor possui uma narrativa muito redundante e extensa, tornando a leitura de sua obra cansativa. Nota: 4,7

Frases

"A guerra é um negócio, e os negócios têm ido muito bem." - Introdução, p.56
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Ernesto Guevara, Também Conhecido como CHE - Paco Ignacio Taibo II

Ernesto Guevara, Também Conhecido como CHE - Paco Ignacio Taibo II

Resumo

Che é um dos revolucionários mais conhecidos e admirados do mundo. Há mais de 40 anos de sua morte – e 80 anos de seu nascimento – seu compromisso com a história permanece um símbolo de rebelião, esperança e justiça. Ernesto Guevara, também conhecido como Che é uma biografia minuciosa e detalhada, que revela na sua plenitude um homem sempre pronto para a luta. Paco Ignácio Taibo II, a partir de um vasto material e recorrendo a textos do Che – fragmentos de cartas pessoais e públicas, diários, notas manuscritas, artigos, poemas, livros, discursos, conferências, declarações em atas, entrevistas, frases e testemunhos de companheiros –, faz do próprio Che o segundo narrador desta história. Este livro, escrito com grande intensidade e dedicação, por sua fidelidade histórica, é uma crítica contundente aos que querem separar Che de suas ideias e limitar sua herança a rótulos. Esta obra é também uma resposta aos que usurpam sua trajetória, adulterando-a, para golpear seus camaradas de armas. Após a leitura destas páginas, o mito reencontra o homem, seu pensamento e ação.

Ficha Técnica do Livro

Editora: Expressão Popular
Assunto: História Geral
Altura: 27 cm
Largura: 18 cm
Ano de Lançamento:
Número de páginas: 728 páginas

Sobre o Autor

Francisco Ignacio Taibo Mahojo, mais conhecido como Paco Ignacio Taibo II é um escritor, jornalista e ativista sindical espanhol.

Minha Opinião

Livro rico em detalhes e informações, mas muito parcial em sua narrativa (se discorda disso, como li em muitas outras resenhas, leia apenas o último capítulo da obra e me diga o que você acha). Nota: 6,8

Frases

"Os personagens são construídos em atos cujas consequências ainda não conseguem conhecer. A história que me interessa não funciona como uma explicação a partir do destino, e sim como uma provocação que vem do passado, cujos personagens principais nunca tiveram uma bola de cristal que, no seu presente, lhes revelasse o futuro." - p. 11
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A Origem do Estado Islâmico - Patrick Cockburn

A Origem do Estado Islâmico - Patrick Cockburn

Resumo


Nascido em meio à guerra civil do Iraque e Síria, o Estado Islâmico (ISIS) começou a atormentar o mundo em 2014, tornando-se uma poderosa força no Oriente Médio. Combinando fanatismo religioso e façanhas militares, o autodeclarado Califado apresenta uma nova ameaça para a estabilidade política em toda região. Em A Origem do Estado Islâmico, o veterano jornalista Patrick Cockburn descreve o dramático conflito por detrás dos acontecimentos desencadeados pela política externa dos Estado Unidos. Cockburn demonstra como o Ocidente criou as condições ideais para o explosivo sucesso do ISIS, ao fracassar na ""Guerra ao Terror"" no Iraque e fomentar a guerra civil na Síria. O Ocidente - EUA e OTAN em particular - subestimou o potencial das milícias até as últimas evidências e falhou em impedir que os principais patrocinadores do 11 de Setembro continuassem amparando grupos jihads através da Arabia Saudita, Turquia e Paquistão. A volta da ameaça dos jihadistas está apenas recomeçando.

Ficha Técnica do Livro


Editora: Autonomia Literária
Assunto: História Geral
Altura: 20,4cm
Largura: 13,4cm
Ano de Lançamento: 2015
Número de páginas: 208

Sobre o Autor


Patrick Cockburn (1950) é correspondente no Oriente Médio desde 1977. Trabalhou no Financial Times e hoje escreve para o jornal britânico The Independent e a revista London Review of Books. Publicou três obras sobre a história recente do Iraque, além de suas memórias. Com seu filho, Henry Cockburn, escreveu um livro sobre esquizofrenia (Henry’s Demons), indicado ao prêmio Costa Award em 2011. Patrick Cockburn foi considerado o Melhor Jornalista Estrangeiro pela British Journalism Awards e premiado como Melhor Repórter do Ano pela The Press Awards.

Opiniões

“Patrick Cockburn, que fez de longe as melhores reportagens sobre o tema." – Noam Chomsky
"Patrick Cockburn oferece respostas sofisticadas, distantes da narrativa jornalística rasteira e preconceituosa que, em geral, mais confunde do que elucida o leitor sobre o que de fato acontece no Oriente Médio." - José Arbex Jr.
“Um dos mais certeiros e corajosos jornalistas no Iraque.” – Sdiney Blumenthal
“Cockburn resolve o problema de quem está meio perdido por ter chegado no meio do filme. Com décadas de experiência no Oriente Médio, em 206 páginas, ele informa e prova o seguinte: A ‘Guerra ao Terror’ de George Bush e Barack Obama fracassou catastroficamente. O ISIS é o filho dessa guerra e veio para ficar.” – Elio Gaspari, Folha de São Paulo
“Seus relatos sobre o Iraque são um exemplo para desvendar as mentiras por detrás da complexidade política e social de uma das maiores crises mundias. Ele escreve de maneira firme, terna e clara, com um olhar seguro e bem informado.” – Orwell Prize Judges
“Em meio a tantos livros publicados sobre os conflitos que remodelam o Oriente Médio, poucos são tão informativos e aguçados como ‘A Origem do Estado islâmico’.” – The Observer
“Uma narrativa rica em detalhes.” – New York Times
“Uma autoridade no assunto.” – Washington Post

Minha Opinião


Um livro muito confuso para os que querem aprender sobre o assunto. Esperava algo mais didático, com conteúdo mais amplo e menos repetitivo. Nota: 5,1

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O Papa e Mussolini - David I. Kertzer

O Papa e Mussolini - David I. Kertzer

Resumo


Em muitos aspectos, Pio XI e o "Duce" não poderiam ter personalidades mais diferentes. No entanto, havia muito em comum. Não acreditavam na democracia e abominavam o comunismo. Eram propensos a ataques de cólera e protegiam com todas as forças as regalias dos cargos que ocupavam. Além disso, contaram um com o outro para consolidar seus poderes e alcançar objetivos políticos. Desafiando a narrativa histórica convencional que retrata a Igreja Católica como forte opositora do regime fascista, David I. Kertzer mostra como o papa Pio XI foi crucial para que Mussolini instaurasse sua ditadura e se mantivesse no poder, estabelecendo uma aliança que garantiu à Igreja a restauração de posses e privilégios. Em uma rigorosa investigação, que envolveu o estudo de relatórios dos espiões de Mussolini na Santa Sé e se beneficiou sobretudo da abertura, em 2006, de arquivos secretos do Vaticano, Kertzer não só constata a nebulosa relação dos dois líderes, como também analisa a resistência encontrada pelo pontífice quando, já com a saúde debilitada e à beira da morte, passou a atacar Mussolini, suas leis antissemitas e a aproximação com Hitler. O medo dos prejuízos advindos do rompimento com o regime fascista mobilizou as mais expressivas autoridades do Vaticano, entre elas o futuro papa, Pio XII. Vívido e dramático, O papa e Mussolini traz uma visão cruelmente verdadeira sobre um capítulo obscuro da história mundial, fartamente documentada, narrada com extrema perícia e reconhecida, em 2015, com o Prêmio Pulitzer de biografia.

Ficha Técnica do Livro


Editora: Intrínseca
Assunto: História Geral
Altura: 23cm
Largura: 16cm
Ano de Lançamento: 2017
Número de páginas: 592

Sobre o Autor


David I. Kertzer é professor de ciências sociais, antropologia e estudos italianos na Universidade Brown, nos Estados Unidos. Autor de nove livros e ganhador do prêmio Pulitzer em 2015, já recebeu duas vezes o Prêmio Marraro da Society for Italian Historical Studies - concedido dos melhores trabalhos sobre a história da Itália - e foi finalista do National Book Award. Kertzer mora com a esposa em Providence, no estado americano de Rhode Island.

Opiniões

"Kertzer mostra a fascinante ligação entre dois homens irascível e muitas vezes irracionais, lança luz sobre a obscura trama intelectual e oferece uma reflexão surpreendente sobre o exercício do poder." - The Guardian
"A relação entre duas das mais poderosas figuras políticas da Europa no século XX apresentada de uma forma tão acessível que é impossível parar de ler." - Publishers Weekly
"Implacável ao expor as chocantes ações do Vaticano." - Kirkus Reviews
"Uma narrativa fascinante e trágica." - The New Yorker

Minha Opinião


Com uma vastíssima base bibliográfica (mais de 150 páginas são só de notas bibliográficas), o autor nos dá um banho de História, onde a relação de interesses, negados por muitos até os dias de hoje, entre dois líderes dita o ritmo da narrativa. É um livro que muda concepções, nos mostrando a importância de ir atrás de visões diferentes das ditas como verdadeiras. É um livro de ritmo lento, bem detalhado e com muitas curiosidades. Vale sua leitura! Nota: 7,3

Frases

"Nunca, desde o tempo em que os papas governavam os Estados Papais, a Igreja Católica tinha se identificado tão estreitamente com o governo. Nunca, desde os tempos das Cruzadas, havia desempenhado papel tão central em instigar os católicos para uma conquista externa." - Cap. 17 .p 245
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12 Lições da História para Entender o Mundo - Will e Ariel Durant

12 Lições da História para Entender o Mundo - Will e Ariel Durant

Resumo



Trata-se de uma jornada pela história, explorando as possibilidades e limitações da humanidade ao longo do tempo. Os autores apresentam, numa versão concisa, uma gama de conhecimentos relacionados a 12 temas: geografia, biologia, raça, caráter, moral, religião, economia, socialismo, governo, guerra, crescimento & decadência e progresso. O resultado é um levantamento da História, cheio de percepções incríveis sobre a natureza da experiência humana, a evolução da civilização e a cultura do homem. Uma obra-prima para todos que querem entender a essência do comportamento humano, de onde viemos e para onde vamos.

Ficha Técnica do Livro


Editora: Faro Editorial
Assunto: História Geral
Altura: 23 cm
Largura: 16 cm
Ano de Lançamento: 2018
Número de páginas: 128

Sobre o Autor


Will Durant nasceu em 5 de novembro de 1885 na cidade de North Adams, no estado de Massachusetts, de pais franco-canadenses que tiveram parte na emigração quebequiana aos Estados Unidos. Durant ficou conhecido por sua autoria e co-autoria junto a sua mulher Ariel Durant da série historiográfica A História da Civilização.

Will e Ariel Durant foram agraciador com o Prémio Pulitzer de Não Ficção Geral em 1968, e com a Medalha Presidencial da Liberdade em 1977.

Minha Opinião


Livro com altas doses de filosofia, em que pouca coisa agrega-se lendo-o. Não recomendo! Nota: 2,4

Frases

"Normalmente, os homens são jugados por sua capacidade de produzir - exceto na guerra, quando são classificados por sua capacidade de destruir." - p. 58

"Mesmo o historiador cético tem um respeito reverente pela religião, pois ele a vê eficaz e aparentemente indispensável em todo lugar e época. Ela traz aos desafortunados, aos sofredores, aos enlutados e aos idosos o conforto do sobrenatural, que, para milhões de almas, é mais precioso que qualquer suporte natural." - p. 45
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